Guiana vai receber imigrantes deportados dos EUA
A Guiana vai receber imigrantes deportados dos Estados Unidos, segundo um acordo anunciado neste sábado pelo governo do país sul-americano.
O presidente americano, Donald Trump, conduz uma campanha anti-imigração agressiva, que inclui operações policiais e deportações para terceiros países, contexto no qual a Guiana informou que vai receber um número limitado e verificado de pessoas sem antecedentes criminais.
"O governo do presidente Irfaan Ali apresentou esse acordo como uma extensão do compromisso de longa data da Guiana com os direitos humanos e a cooperação internacional", ressalta o comunicado oficial.
A Guiana se soma a outros países do Caribe e da América Central que concordaram em cooperar com Washington na deportação de imigrantes. A Guiana ressaltou que o acordo "é estritamente transitório e não constitui um reassentamento permanente".
Os deportados permanecerão no país sob uma série de condições, enquanto seu status migratório é definido. "A depender da resolução de cada caso, os imigrantes vão poder retornar para seu país de origem ou ser reassentados em um terceiro destino de sua escolha".
A Guiana vai aceitar apenas aqueles que optaram voluntariamente por ser enviados ao seu território.
Latest stories
Economie/Finances La sécheresse fait bouillir l'éternelle bataille du prix du lait
Une brique de lait parfois à moins d'un euro en supermarché, des réserves de fourrage insuffisantes pour l'hiver et des industriels qui préparent le terrain pour demander des hausses de prix: les ingrédients d'une négociation houleuse entre producteurs...
Economie/Finances Marchés: les Etats dans l'étau de la hausse des taux
L'envolée des taux d'intérêt et la hausse du "loyer de l'argent" par les banques centrales pèsent sur les gouvernements à travers le monde, des Etats-Unis à l'Union européenne, en passant...
La Une Conflits et carburant: Macron dresse le tableau d'une crise durable, des candidats réclament des aides "massives"
Emmanuel Macron a dressé vendredi un sombre tableau de la menace "hybride" russe et de la crise des prix du carburant liée au conflit au Moyen-Orient, après avoir reçu les candidats à sa succession qui ont souvent déploré l'absence d'aides...